24 abril 2006

O homem lá dentro

O último joint de Spike Lee é uma deambulação pelo clássico assalto ao banco, com reféns e negociador e tudo. E, mesmo sendo uma produção a la Hollywood, vale o tempo. É diversão, aqui e ali salpicada de crítica sociopolítica, com desempenhos interessantes.

Só gostaria de saber – porque me deixou na dúvida até ao genérico final – o que se passou na cabeça do génio português que decidiu que The Inside Man por cá deveria chamar-se Infiltrado? Quanto muito Infiltrados. Por favor, senhores editores e distribuidores: vejam os filmes antes de lhes traduzirem os títulos…

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